Luís Guilherme S. Etienne Arreguy
arreguy@yahoo.com
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
sexta-feira, 14 de agosto de 2026
CRÔNICAS DA REVOLUÇÃO ─ FIDEL NO BRASIL
Em maio de 1959, quatro meses após o triunfo da Revolução Cubana, Fidel Castro veio ao Brasil para uma visita protocolar histórica.
O governo brasileiro foi um dos primeiros a reconhecer a legitimidade do novo regime revolucionário da ilha caribenha e a visita do líder cubano era um sinal de agradecimento.
A passagem de Fidel pelo Brasil fez parte de um esforço do presidente Juscelino Kubitschek para articular no continente a chamada Operação Pan-Americana (OPA), destinada a promover o desenvolvimento nos países da região.
Fidel cumpriu uma extensa agenda oficial e foi recebido com entusiasmo por políticos, estudantes e empresários.
Em um almoço oferecido por JK, o comandante fez um discurso "rápido", de apenas 3 horas, referindo-se sempre ao Brasil como "um irmão maior”.
Exaltou a iniciativa da Operação Pan-Americana, defendeu a reforma agrária e a justiça revolucionária do seu país e criticou a ausência de investimentos norte-americanos na América Latina.
Depois de um encontro com o ministro da guerra Teixeira Lott, Fidel compareceu à sede da União Nacional dos Estudantes no Rio de Janeiro, onde debateu longamente com cerca de 300 jovens.
Finalmente o dirigente cubano compareceu a um jantar cerimonial em São Paulo, com a presença de políticos e empresários.
Apresentado ao prefeito Ademar de Barros, o famoso rouba-mas-faz, que manifestou o seu desagrado com o uso do “paredón” pelo tribunal revolucionário em Cuba, Fidel irônicamente o tranquilizou:
— Não se preocupe, estamos fuzilando só os grandes ladrões do dinheiro público!
terça-feira, 11 de agosto de 2026
segunda-feira, 3 de agosto de 2026
CONSCIÊNCIA AMBIENTAL ─ Perspectivas ecológicas para o século XXI
PERSPECTIVAS ECOLÓGICAS PARA O SÉCULO XXI
segunda-feira, 27 de julho de 2026
14 DE JULHO ─ DIA DA BANDEIRA BASCA
A bandeira do País Basco ─ a Ikurrina ─ foi criada em 1894 por Sabino Arana, um dos precursores do movimento nacionalista na região, sendo no ano seguinte adotada pelos habitantes da província de Biscaia e pelo Partido Nacionalista Basco fundado por Arana em 1895.
Durante o período da segunda república espanhola (1931-1939), todos os partidos democráticos locais adotaram a Ikurrina como bandeira de união do povo basco.
Após a guerra civil, o governo ditatorial do general Franco declarou ilegal a bandeira basca por considerá-la um símbolo separatista.
Somente no fim do regime franquista, com a aprovação da Comunidade Autônoma do País Basco em 1979, a bandeira vermelha com as cruzes verde e branca voltou a tremular como símbolo oficial dos bascos.
O vermelho representa o sangue derramado na luta pela liberdade e pela independência, o branco simboliza a paz cristã e o verde faz referência tanto ao “Grande Carvalho”, a árvore sagrada de Guernica, símbolo da resistência da grande nação, como à imanente relação do povo basco com a Natureza.
sábado, 25 de julho de 2026
2026 ─ CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FIDEL CASTRO
"Nossa grandeza às vezes não é vista, porque é invisível para alguns; não é comercializada, porque não tem valor comercial. Não se esconde, porque é digna e pura. Mas, sim, ela pode ser sentida: nos povos libertados, nos doentes tratados e na cura aprimorada, na alfabetização e na instrução do povo, no atleta formado, no artista exposto. E nossos inimigos também sentem isso. Eles sentem tanto que todos os dias fazem planos para acabar com essa grandeza. É por isso que eles nos odeiam, pela ideia que representamos, pelo exemplo que estabelecemos. Mostramos que, com vontade e coragem, outro mundo, sim, é possível”.
40 ANOS DA CAMPANHA CONSTITUINTE (1986)
![]() |
| Não basta repudiar o mal, é preciso combatê-lo; não basta desejar o bem, é preciso construí-lo. |
Desde que o poder político foi retirado do povo, em 1964, a atividade dos homens públicos passou a ter uma imagem pessimista e de pouco valor moral.
Nossos verdadeiros líderes estavam mortos, banidos, presos ou emudecidos, e “político” passou a ser uma pessoa mal vista, principalmente por conviver com instituições falsas e más, cruéis para o povo e nocivas ao Brasil.
Hoje há uma nesga de luz de esperança, há uma ponte entre o nosso abismo e um possível futuro onde a Razão e o Bem, através da DEMOCRACIA, restituam ao povo brasileiro a Paz, que é a sua Vocação, e a Prosperidade que é o direito que lhe propicia este país de incomensuráveis riquezas naturais, povoado de gente generosa e pacífica.
O Congresso Nacional Constituinte é o instante fundamental desse sonho dos brasileiros.
Advogado e professor há quase três décadas, vivendo intensamente o drama do povo brasileiro, senti-me convocado a participar, especialista que sou, da elaboração de nossa futura Constituição.
Para isso preciso de seu apoio e peço seu voto.
Será uma tarefa árdua, que exigirá técnica, muita independência, muita lealdade. Dela resultará uma lei, a Lei Suprema dos brasileiros.
Sendo uma lei, a Constituição será um texto cheio de palavras complicadas para a maioria de nós. Mas espero poder fazer com que ela se resuma na mais sublime expressão que já se viu:
“Ama teu próximo como a ti mesmo”.
Marçal Etienne Arreguy.
Assinar:
Postagens (Atom)





